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O Fotojornalismo está morto, o Fotojornalismo acabou, são máximas que chegam diariamente aos nossos olhos e ouvidos. A sentença de tanto ser repetida se assemelha a uma verdade definitiva. Orquestrada e repetida maciçamente fica um simulacro de verdade. Os verdadeiros “caçadores de notícias” procuram cumprir fielmente sua tarefa de bem informar, embora ainda muito mal remunerados sem ter seu trabalho reconhecido pelos patrões e seus prepostos que cumprem fielmente a tarefa de “fechar” sua “fábrica de notícias” com o menor tempo possível e a menor qualidade possível. A informação real, a busca pela notícia, a imagem como documento vai ficando em segundo plano.
Uma pergunta fica no ar: a quem interessa a morte do Fotojornalismo?
Jean-François Leroy diretor do maior festival de fotojornalismo do mundo o Visa pour L’Image.em Perpignan no Sul da França acredita que as fotos únicas e definitivas estão sendo cada vez menos usadas pela grande imprensa. Mas assegura que o autentico fotojornalismo nunca vai morrer, porque sempre serão necessárias as testemunhas sobre o que se passa no mundo visto através de imagens, e conclui: ”Não é o fotojornalismo que está condenado. É a imprensa que não faz o seu trabalho”.
Respondemos com algumas imagens marcantes feitas por aqueles que arriscam sua vida e dão o seu sangue e seu suor para cumprir a missão (e a obrigação) de bem informar.
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