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Os jornalistas do Rio de Janeiro aceitaram em assembleia nesta segunda-feira (31), no auditório do Sindicato, a contraproposta dos patrões, tanto de rádio e TV como de jornais e revistas, de reajuste salarial de 4,5%, retroativo a fevereiro.
Outra decisão aprovada na assembleia condiciona a renovação do acordo coletivo à inclusão de cláusula específica que garanta abono aos jornalistas empregados em empresas sem fins lucrativos. A cláusula é necessária para evitar que essas empresas, alegando não ter lucro, não paguem o benefício aos trabalhadores.
Em reunião nesta quarta-feira (2) com o Sindicato, os representantes dos sindicatos patronais assumiram o compromisso de encontrar uma saída para garantir esse pagamento aos jornalistas.
Quanto ao Plano de Lucros e Resultados (PLR), para jornais e revistas, o aumento aprovado é de 6,5% nas faixas máximas e mínimas, com valor mínimo de R$ 350,00 e máximo de R$ 636,00.
Para quem trabalha em rádio ou televisão, o reajuste é de 6,28% na primeira faixa, 5,06% na segunda e 5,07% na terceira, da seguinte forma:
Empresas com até 15 jornalistas (mínimo R$ 416,00 e máximo R$ 930,00)Empresas com 16 a 150 jornalistas (R$ 682,00 e R$ 1.340,00)Empresas com mais de 150 jornalistas (R$ 1.036,00 e R$ 5.215,00)
Foi aprovado ainda que os atrasados relativos aos meses de fevereiro a maio sejam pagos com o salário de junho, até o quinto dia útil de julho. E que a PLR seja paga durante o mês de julho e que seja calculada sobre a remuneração total do jornalista, incluindo as duas horas extras contratuais e não apenas sobre o salário relativo à jornada de cinco horas
Fonte: SJPMRJ – www.jornalistas.org.br
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