|
Ricardo Beliel iniciou uma trajetória de grandes matérias, importantes prêmios e exposições no Globo, em 1976. Na Manchete permaneceu dois anos e meio, antes de aceitar um convite para retornar ao jornal da Irineu Marinho, nos anos 80, década marcada por grandes greves no ABC paulista. Estimulado pela ascensão do movimento sindical, Beliel trocou o Rio por São Paulo e, como não poderia deixar de ser, seu primeiro trabalho para a agência F4 foi a cobertura de uma greve. Trabalhou ainda como frila para as revistas Veja, Isto É, Playboy, Visão, Vela e Motor e Esportes Náuticos. Em 1984, já estava na revista Placar. Desse tempo, guarda com orgulho duas premiações: o Prêmio Abril de Jornalismo de 1986 e 1987. Voltou ao Globo e, meses depois, retornou à Manchete, a pedido de Carlos Humberto TDC. Quatro anos depois teve uma grande desilusão. A foto de capa de uma das edições, de uma reportagem exclusiva sobre um conflito entre Brasil e Colômbia, foi substituída por uma matéria sobre dieta. Meses depois, essa mesma foto rendeu-lhe dois prêmios importantes: o da Interpress Photo, concedido pela Organização Internacional de Jornalismo (OIJ), e o Alexander Rodchenko, da Confederação de Jornalistas da ex-União Soviética. A partir de então, Beliel optou pelo trabalho independente, livrando-se, assim, das pressões patronais e do mau aproveitamento das matérias. "O jornalista tem que ser um agente dos fatos para poder passar, em sua matéria, a essência dos acontecimentos", ensina.
|
| Informações
Gerais |
Nome |
Ricardo Beliel |
Naturalidade |
Rio de Janeiro |
Nascimento |
16 de novembro de 1953 |
Formação |
Fotografia / Artes Visuais |
Principais
Trabalhos |
Cobertura do conflito Brasil e Colômbia (Prêmio Interpress Photo; Prêmio Alexander Rodchenko); na área esportiva, recebeu por duas vezes (1986 e 1987) o Prêmio Abril de Jornalismo. |
|
|